Para entrar na madrugada de forma épica, nada melhor que uma boa música. Desta vez em homenagem a um clássico do PSX: Breath of Fire 3, representando essa saudosa franquia de RPGs da Capcom que "morreu" no 5º episódio para PS2, mas ainda deixa saudades nos corações dos sortudos que puderam jogar os anteriores.
O BoF 3 tem um valor especial para mim por ter sido um dos primeiros RPGs que joguei até o final e o primeiro do gênero no console da Sony...ah, levei meses pra terminar mas, cara, que jogo bom! Personagens muito carismáticos, enredo envolvente e batalhas por turno desafiantes.
Pena que a Capcom desistiu da franquia com o passar dos anos devido a concorrência acirrada dos grandes RPG's de outras softhouses que acabram ofuscando as ultimas versões (principalmente a 5ª que foi o grande "fail" série).
Ah alguns dias atrás tive a oportunidade de finalmente poder terminar o maravilhoso Mirror's Edge, um dos games mais injustiçados da década passada na minha humilde opinião. É incrível como tudo no jogo foi pensado nos mínimos detalhes e como a curiosa idéia de controlar uma especialista em parkur correndo acrobaticamente sobre telhados de prédios, estações de metrô e passagens subterrâneas fluiu tão bem! Na época do lançamento em 2008, lembro que alguém do saudoso Nownloading mencionou que o game era a experiência mais imersiva em primeira pessoa até então.Eu endosso essa opinião até hoje! Os movimentos e jogo da câmera fazem realmente o jogador se sentir na pele de Faith, a espirituosa protagonista do jogo.
2011 foi um ano notável para quem curte games. Muitas continuações de franquias famosas incrivelmente deram certo e até alguns jogos originais conseguiram se sobressair. Neste grupo, boa parte vem dos estúdios independentes que lançaram coisas maravilhosas neste ano, como Bastion, que conseguiu inovar no
Ultimamente não tenho postado nada de novo no blog por pura preguiça e desmotivação devido ao ritmo acelerado de trabalho ^^, mas não posso deixar de compartilhar isso: Ha alguns dias me dei de presente o Humble Bundle 4, aquela popular coletânia de jogos indie que todo ano é lançada pelo preço que se quiser pagar (sendo que parte do dinheiro é enviado a instituições de caridade). Havia conseguido resistir bravamente as 3 primeiras edições (estou sem cartão internacional) que apesar de tentadoras nunca me conquistavam totalmente (gostave de 1 ou 2 dos jogos apenas). Mas dessa vez botaram pra quebrar! Todos os jogos selecionados eram excelentes: Super Meat Boy, Jamestown, Bit trip runner, Night sky e Shank! Pagando a média das contribuições (cerca de $5,50) ainda levava o ULTRAMEGACULT Cave Story+ (esse é um port da versão Wii com gráficos melhores, musicas remixadas, extras e achievements) e o RTS Gratuitous Space Battles. Tentarei fazer um review rápido de cada um deles se conseguir parar de jogar hehe.Mas basta dizer que se você perdeu, só lamente!XD
Mas este não é o assunto deste post e sim a trilha sonora de Cave Story.
Se você costuma passear pela blogsfera gamística, já deve ter ouvido falar da série de vídeos criados pelo mamático/humorista/músico Marcos Castro entitulada "um joystick, um violão". Caso não tenha ouvido, basta dizer que se trata da melhor série de paródias musicais com temas de games que já vi. Na série, que já conta com 6 episódios, Marcos e seu irmão Matheus mudam a letra de músicas famosas da MPB, colocando temas do mundo dos games. O resultado é sensacional, tanto pela interpretação impagável dos dois nas canções quanto pela edição excelente.
Ultimamente tenho pensado seriamente em mudar o nome do blog para "Metal Gamer Sounds", já que posts aleatórios de temas musicais de games tem sido constantes em meio a inconstância de atualizações que ocorre por aqui...
É que ultimamente tenho ouvido muita game music no PC em meio ao corre-corre do trabalho e como não dá tempo/disposição de escrever no blog, ficam as musiquinhas pra não passar em branco.^^
Bem, desta vez, deixo-vos com mais um tema clássico, de um game que marcou época no Super Nintendo: Top Gear!!
Recentemente a franquia Tomb Raider, estrelada pela estereotipadamente adorável arqueóloga-ninja-gatona Lara Croft completou 15 aninhos de vida. Apesar dos altos e baixos a série foi um marco nos videogames e consagrou a personagem como a mulher digital mais famosa de todos os tempos.
O próximo jogo da série, promete renovar a imagem de Lara mostrando uma de suas primeiras aventuras quando ainda não era a super-arqueóloga dos jogos da série. Aproveitando esse clima festivo, deixo minha pequena homenagem a intrépida aventureira.
Nada como uma boa música para encerrar a noite em grande estilo, concorda? Pois então, fique com este fantástico medley de quase 18 minutos com todas as principais músicas do primeiro game da série crossover Disney x Square-Enix, Kingdom Hearts (PS2), magistralmente executado em piano pelo usuário
Apesar de já ter falado algumas vezes de VVVVVV aqui, ainda não tive coragem de fazer um post homenageando este que pra mim, foi o melhor game indie de 2010, mas por hora fiquemos com este humilde tributo a fantástica trilha sonora do jogo.
Se na versão original as músicas de Magnus Pålsson são o que a de melhor no quesito fake chiptune, imagine esta versão em piano magistralmente tocada em dueto por esta formosa pianista australiana chamada Lara, que já tem vários arranjos de músicas de games.
A jovem pianista interpretou a música tema do game, "Positive Force" em dois vídeos: no primeiro ela toca sozinha e no segundo (o melhor) ela faz um dueto consigo mesma deixando a faixa ainda melhor que a original.
Mais um post musical...ultimamente estou mais ouvindo game music que jogando de fato, por isto provavelmente este será um tema mais recorrente nos posts por um tempo. Desta vez um verdadeiro tibuto a uma da minhas musicas favoritas de um dos melhores Adventures de todos os tempos: Secret of Monkey Island.
Em mais um rápido momendo musical noturno do blog, deixo-vos a recomendação de não apenas uma faixa, mas, toda a OST de um dos games que mais me marcou na época do saudoso PSX. Trata-se de Klonoa- Door to Phantomile, um jogo de plataforma 2D/3D da Namco, que na humilde opinião deste que vos escreve é o melhor jogo do gênero do primeiro console da Sony.
Ah tempos que não posto nada sobre game music no aqui (aliás, há muito tempo que não posto NADA aqui, mas tudo bem^^). Mas ultimamente tenho passado muito pelo blog Violão de 8 bits, um dos melhores blogs nacionais baseados no tema em minha humilde opinião e ouvindo um dos episódios do Bit Studio, o podcast deles, fui apresentado a esta incrível versão orquestrada da faixa "Theme of Laura" do perturbador Silent Hill 2, que como o nome sugere é o tema de Laura, uma garotinha inocente e misteriosa que ajuda James na sua busca por respostas na cidade que todos adoram (ficar longe^^).
Retiro o que disse por várias vezes aqui no blog em defesa aos videogames: Jogar demais pode causar danos irreversíveis ao cérebro humano, podendo te transformar em um maníaco, um pervertido ou em casos extremos, em um "artista" como a dupla da (já "cult" entre a game music nacional), "Dança do Street Fight". Se você acha que já viu toda bizarrice possível relacionada a games, pense de novo.
Você provavelmente não conhece o game Bad Dudes vs Dragon Ninja, game Beat 'em up da saudosa Data East para arcades lançado em 1988 no Japão, mas já deve ter visto em alguns desses tópicos de foruns de games sobre frases clássicas (ou no header de nosso blog^^) o épica frase do final do game que de tão tosco virou cult,
Ultimamente tenho jogado muito (mal^^) o primeiro Left 4 dead. O game de tiro/sobrevivência colaborativo da Valve realmente é sensacional e quase toma o lugar da série Resident Evil como meu game de zumbis favoritos (se bem que não falta muito, já que RE praticamente não tem mais zumbis...). Na verdade não dá pra comparar os dois games diretamente, já que cada um deles tem propostas distintas, mas se tem um fator em L4D que supera RE é o audio: a trilha sonora da série é fantástica, com músicas que conseguem dar aquele clima apocalíptico que um jogo desse naipe merece. O trabalho dos produtores foi primoroso e desde a música da tela de abertura, já começa a dar aquele "frio na espinha":
Left 4 dead Main Theme:
O tema da 2ª versão deu um toque acústico a música original, que casa perfeitamente com o cenário sulista do game:
E os Zumbis especiais? As músicas te fazem saber quando ter medo do Zumbi-Hulk Tank e a Infectada-emo Witch...
Tank theme:
Witch Theme:
Pra fechar, a musiquinha dos crédtiods, muito show!
O site Kotaku postou nesta semana um artigo muito interessante parecido com algo que queria escrever aqui, mas por falta de disposição e preguiça tempo sempre ficou na lista "para depois"...vou aproveitar a oportunidade então!hehe.
Trata-se de uma lista de músicas inesquecíveis dos videogames. Muito se fala sobre a evolução gráfica dos jogos, da abordagem cinemática que os roteiros adquiriram com o passar do tempo, mas poucos dão a parte sonora dos games a importância que ela merece, afinal, não adianta ter ótimos gráficos e uma história sensacional se não se tem músicas e efeitos sonoros que correspondam ao "clima" proposto...
E isso vale desde os primórdios dos games. Quem teve a oportunidade de viver a era Atari (e tá ficando "coroa" como eu^^) que o diga: a pesar da limitação técnica os bips dos jogos antigos eram fundamentais (bem, talvez nem tanto) para a diversão! Ok, porém hoje não vamos falar da evolução técnica das músicas dos jogos, mas sim uma abordagem mais pessoal e divertida do assunto: Músicas inesquecíveis dos games!
Todo gamer tem pelo manos algumas músicas ou trilhas sonoras que marcaram sua passagem por determinado game...eu pessoalmente tenho várias que até hoje "tocam" em minha cabeça vez ou outra. Seguindo o espírito do post do Kotaku, vou tentar lembrar de algumas das favoritas aqui e em outros posts também. Esteja livre para contribuir com suas canções favoritas nos comentários.
Vou tentar fazer um comentário resumido de cada game. Me perdoe se me empolgarr novamente.^^
Lembrando que a lista a seguir é totalmente pessoal e não segue nenhuma linha cronológica, por isso, pode-se ver jogos de Atari e NES na mesma lista que games de PSone e consoles mais novos. Vamos lá:
Halloween (Atari 2600) - Que Alone in the dark, Resident Evil, Clock Tower ou Silent Hill, que nada! O o título de primeiro game do estilo "survival horror"deveria ser por direito deste obscuro título para Atari 2600, baseado no filme homônimo da década de 80 estrelado pelo psicopata Mike Myers que aterrorizava um gupo de jovens durante o dia das bruxas. Aqui no Brasil o cartucho recebeu o nome de "Sexta-feira 13" (provavelmente uma confusão com a aparência do vilão que usava uma máscara similar a de Jason), e bem que com os gráficos quadradões do sistama não dava pra culpar quem traduziu...
Mas enfim, o game colocava o jogador no controle de uma indefesa jovem pixelada que precisava fugir (eternamente, já que o jogo não acabava) pelas salas de um prédio com o famigerado vilão empunhando uma faca em seu encalço. Ah, se possível ela deveria salvar as criancinhas toscas que andavam de um lado a outro da tela esperando para ter a cabeça arrancada. Até hoje viajo na musiquinha do game:
Bust a Groove - Flyng to you soul - Last boss theme: Muito antes de Guittar Hero ditar o estilo dos jogos musicais, Bust a Groove, (ou Bust a Move na versão americana), era o melhor game do estilo na minha opinião. O game de dança para PSone seguia o estilo de Dance Dance Revolution da Konami onde o jogador precisava repetir a sequência que aparecia na tela para que o personagem dançasse. A diferença era que BaM era mais focado nos personagens (cada tipo esquisito...hehe) e seus estilos de dança bem peculiares. Ah, e todas as músicas eram originais e refletiam a personalidade do personagem correspondente. Apesar de adorar todas as canções dos 2 games, mas a música de Robo Z, ultimo chefe do primeiro game, me deixa ligadão até hoje.E o robo dançava muito esquisto velhooo!hehe.
Final Fantasy VII - Sephirot Theme - One winged Angel - Bem, esse não precisa comentar muito. A batalha contra Sephiroth em FFVII é certamente um dos momentos mais épicos que um fan de JRPG podia ter no Playstation...
Silent Hill theme: Não há como não pensar em jogos de terror sem lembrar de SH. O jogo da Konami, foi o primeiro a me causar realmente medo. Não lembro quanto tempo levei pra zerar o primeiro game...a musica tema da série é de uma melancolia que casa perfeitamente com o clima do game.
Sonic the Hedghog - Labirint Zone - O proco-espinho corredor da SEGA é um ícone dos games, isso todo mundo sabe.No entanto, quem não alcançou a era de ouro do personagem no Mega Drive pode ter uma imagem errônea da importância da franquia.O que os mais novos precisavam conhecer é a trilha sonora dos primeiros jogos que é simplesmente SENSACIONAL!A labirint Zone é até hoje uma das minhas músicas de jogos favoritas EVER.
Hum... tempo encerrado!.não sei quando daqui a pouco posto a parte dois...
Já imaginou se o inesquecível cantor Louis Armstrong fosse chamado para fazer uma música tema para um game do Mario? Pois é um fãn bem nerd e com a voz idêntica a de Louis fez uma paródia bem legal de “What a Wonderful World" se baseando no bigodudo mais famoso dos games. Confira:
Segue a letra:
"I see Mario Luigi too He’s player one, He’s player two And I think to myself Super Mario World
I see towers so tall They make me afraid But those scary castles Aren’t very well made And I think to myself Super Mario World
The shells of flying turtles So pretty in the sky They’re also kinda deadly Don’t touch ‘em or you’ll die I hear Yoshi makin’ noise like a chronic smoker’s cough He’s really sayin’ “Please get off”
When you win the game There’s a Yoshi parade Mario and Luigi They’s just tryin’ to get laid And I think to myself Super Mario World
Esse vídeo é muito massa!Todos os dubladores dos personagens (exceto os chefes) de Street Fighter 2- The World Warrior contando juntos a música tema do game...imperdível para nostálgicos, e pra ver como alguns dubladores cantam mal^^
Bem, a série GTA sempre foi alvo de grandes polêmicas,o que é perfeitamente compreensível dada ao proprio conceito do jogo, que desde as primeiras versõas coloca o jogador no controle de um criminoso, mas ninguém pode negar que a série revolucionou o