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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Zerei! - Sweet Home (Nes)

Nome: Sweet Home
Desenvolvedora: Capcom
Gênero: RPG/adventure
Lançamento: apenas no Japão em 1989
Plataforma: Nintendo 8bit

Já falei do game Sweet Home mais de uma vez aqui no blog, mas caso você não saiba do que se trata, posso resumir como um RPG a frente do seu tempo. O Jogo produzido pela Capcom simultaneamente ao filme homônimo de 1989, além de ser uma adptação provavelmente melhor que história original, trazia conceitos revolucionários para a época. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Jogando: DungeonLand


Plataforma: PC (Digital download).
Gênero: Ação/simulação/casual.
Desenvolvedor: Critical Studio.
Publisher: Paradox Interactive.
Lançamento:29 de janeiro de 2013.
Jogadores: 1-4 (Coop e competitivo/Local e internet)

Dungeonland jogo de ação para PC com visão isométrica lançado no Steam (e outras plataformas de distribuição digital) recentemente; a primeira vista pode parecer mais um clone colorido de Diablo já que parte das mecânicas do jogo se desenvolvem de maneira similar ao clássico dungeon crawler da Blizzard, mas é bem mais que isso.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Zerei: Cherry Tree High Comedy Club (Review)

No segundo semestre de 2012 a nossa querida Capcom teve a excelente idéia de publicar no ocidente vários jogos indies japoneses, sendo a maioria shoot'em ups bullet hell (aqueles jogos de "navinha" difíceis pra caramba) como Satazius e a trilogia Exceed. No meio desses jogos também chegou um título bastante peculiar, ao menos para nós ocidentais: estou falando de Cherry Tree High Comedy Club, um autêntico date sim, aquele tipo de jogo que os garotos japoneses pervertidos adoram em que o objetivo é conquistar uma garota virtual, só que um pouquinho diferente nesse caso.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Diário gamer #1: Trolado por Megaman (+ códigos), humilhado por Nights...


"Querido diário.."(hehehe)
O ultimo dia 17 foi um dia de muita nostalgia para mim!
Ok, acabou a galhofa que o assunto é sério. ou não.Vamos testar um tipo de post (ainda) mais descontraído falando de besteiras coisas que aconteceram no meu dia-a-dia gamístico, sem compromisso com veracidade dos fatos e principalmente correção ortográfica!XD

Siren, o jogo que me deixou com medo do PS2

No final da era PS2 os jogos do gênero Survivor Horror começaram a passar por uma crise de identidade que perdura até hoje. As icônicas franquias Resident Evil e Silent Hill sofreram mudanças radicais de foco/gameplay tentando se adequar as tendências da geração atual, mais voltada para a ação, e poucos jogos se arriscam a fórmula tradicional de terror de sobrevivência em 3ª pessoa com puzzles dois exemplos interessantes são: Amnesia the dark descent, (que é em 1ª pessoa) e Siren: Blood Curse, exclusivo que poucos donos de Playstation 3 chegaram a conhecer. 
Sobre Amnesia eu já falei (aqui e aqui) e certamente adoraria falar de Siren BC SE tivesse um PS3 disponível. Porque eu gostaria de falar de Siren: Blood Curse? Bem, porque se trata do remake a lá Power Rangers (tem a mesma história-base e cenários, mas os protagonistas originais foram substituídos por um elenco americano) de um dos jogos mais desafiadores e  frustrantes do gênero.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Zerei! The Walking Dead The Game Episode 5 (Review)

Já falei do game baseado em  The Walking Dead algumas vezes (aqui e aqui) e o plano era analisar todos os episódios da temporada, mas devido a  preguiça  motivos de força maior, acabei fazendo reviews apenas do primeiro e segundo episódios, elogiando euforicamente o trabalho da Telltale Games até então. Agora com o episódio cinco terminado não tenho outra alternativa senão enaltecer ainda mais o game que termina tão envolvente como começou se tornando a maior surpresa de 2012 (dane-se Disonhored!hehe -brincadeira, esse também é bom).
Mas antes de falar do jogo em si temos que ver quão grande foi a façanha da Telltale: com um jogo tecnicamente simples, num estilo desprezado por grande parte da geração atual de gamers, sem recursos extras (apesar do replay alto) e dividido em episódios curta duração a empresa conseguiu fazer quem nunca jogou (ou quis jogar) um adventure point & click experimentar-e gostar do seu game.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Jogando: Resident Evil Outbreak

Depois de mais um longo período sem posts, nada melhor do que falar de um jogo onde mortos vivos são estrelas. Ironicamente o meu ultimo post foi um empolgado review sobre outro excelente jogo recente onde também abundam mortos-vivos (TWD The game episode 2), mas agora o assunto é nada mais nada menos que "A" série de games com zumbis: Resident Evil, em sua primeira investida na cooperação online, Outbreak.
Desde que vi um preview na saudosa EGM Brasil em 2001, fiquei maluco pra jogar o primeiro jogo da famosa série de survivor horror a transformar a experiência solitária dos games em uma corrida cooperativa com outros jogadores humanos. No entanto sabia que não jogaria tão cedo já que na época não tinha sequer previsão de ter um então-caríssimo Playstation 2 e muito menos acesso a internet de banda larga. Só não sabia que demoraria tanto! Mas antes tarde Duke nuken não é? 
E finalmente semanas atrás eu consegui meu disco original em um leilão, e pude sentir o gostinho do estilo clássico de gameplay da série, porém com algumas mudanças que deixaram ainda mais legal, mesmo só podendo jogar offline (os servers foram fechados em 2007). Aliás, uma ótima sacada foi dar a opção de jogar o game em modo offline.

sábado, 30 de junho de 2012

Jogando - The Walking Dead Ep. 2 - Starved for help

Fazia tempo que não ficava tão ansioso a espera do lançamento de um game, já que é raro para mim comprar jogos no lançamento (U_U), mas desde que abri uma exceção e adquiri o "season pass" de The Walking Dead contava os minutos para poder jogar o episódio 2. Para quem não sabe o jogo como quase todos da Telltale Games é um adventure dividido em 5 episódios mensais. O problema é que o episódio 2 acabou atrasando um mês além do previsto, tempo suficiente para transformar o hype causado pelo excelente episódio 1 (veja o meu review aqui) em frustração e perda de paciência momentânea com a outrora adorada desenvolvedora do game.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Jogando - Torchlight 2 Beta

Com todo hype em torno do lançamento de Diablo 3, talvez você nem saiba que Torchlight 2 também chega neste ano. Bem, talvez você nem tenha conhecido o 1º Torchlight, se for o caso e você for fã de jogos Action RPG dungeon crawler como a série da Blizzard, recomendo fortemente que corra até  a loja virtual do Steam e compre o jogo agora, pois trata-se de melhor opção do gênero dos ultimos anos. O jogo foi criado pela então indie Runic Games, estudo formado por ex-funcionários da Blizzard que trabalharam e Diablo 1 e 2 e trazia praticamente tudo que D2 tinha com mellhorias em vários aspectos e inclusão de funcionalidades que o tornavam ainda mais viciante.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Jogando (indie) - Garshasp The Monster Slayer

Dias atrás fiz um "level up de idade" e ganhei de presente do chapa Rodrigo Cimério um jogo indie que a anos eu queria experimentar. Trata-se de Garshasp The Monster Slayer, jogo produzido por um pequeno estúdio iraniano que chamou certa atenção quando anunciado, devido a associação que a mídia especializada fez descrevendo-o como o "God of War" para PC, mas caiu no esquecimento assim que foi lançado, justamente por causa dessa comparação.
O jogo foi massacrado pela crítica especializada, tendo nota média de 49/100 no Metacritic o que certamente impediu muita gente de sequer ver do que se tratava. Uma injustiça na minha opinião.

sábado, 28 de abril de 2012

Jogando: The Walking Dead

Você já deve ter percebido que zumbis andam na moda ultimamente: cinema, HQ's e principalmente videogames tem utilizado o tema a exaustão nos últimos anos. Dentre os jogos, filmes e HQ's, como sempre nestes casos, existe muita porcaria e alguma coisa relvante e realmente bem feita. É o caso de The Walking Dead, o mega-sucesso que começou como uma série em quadrinhos da Image Comics e se espalhou por outras mídias como todo bom virus-zumbi, gerando uma série de TV de bastante sucesso e mais recentemente um game desenvolvido pela minha querida Telltale Games, que assim como fez em Back to the future, Sam & max, Teales of MI e outros, criou um adventure dividido em episódios mensais para download, sendo que o primeiro foi lançado para PC e consoles neste mês de abril.

Jogando a demo: Blades of Time

Como fã do gênero hack'n slash-bullet hell de Devil May Cry e mais recentemente, Bayonetta, fico sempre empolgado quando vejo game "similar" aparecendo, principalmente para PC que raramente recebe games do estilo, apesar de saber que em 99% dos casos o hype será frustrado por uma cópia mal-feita dosjogos citados (porque se copiassem bem até que seria legal). 
Foi assim anos atrás com o obscuro X-blades (você jogou?Sorry man...) game da então desconhecido estúdio russo chamado Gaijin Games que prometeu um "Devil May Cry" com jeitão de anime e trouxe um jogo que apenas tinha gráficos bonitos e mais nada.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Jogando: Persona 4

Finalmente, depois de meses de relutância aguardando uma queda de preço (que pelo visto não acontecerá tão cedo),  resolvi esquecer a cota  mensal para games, e arrematei uma cópia de Persona 4, ultimo game da série (e grande RPG) a ser lançado para meu querido PS2 em 2008. O jogo que conseguiu melhorar praticamente todos os aspectos de sucesso do seu antecessor e é tido por muitos como melhor game da série.Acho que valeu a pena!^^
Caso não saiba, Persona é um "spin-off" da famosa (no Japão) franquia Shin Megami Tensei, que mistura RPG de turnos tradicional, coleção de monstros a lá Pokemon e uma forte ênfase nos relacionamentos entre os personagens de uma forma parecida com os popularíssimos (no Japão, claro) "date sims".

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Zerei! - Rogue Galaxy (PS2)

Rogue Galaxy é um RPG de ação da Sony desenvolvido para Playstation 2 pela Level-5, (que mesmo sem o Professor Layton, já era conhecida na época pelo excelente trabalho com Dark Cloud 2 e Dragon Quest VIII)  lançado no Japão em 2005, mas só chegou ao ocidente em 2007. O atraso foi compensado com melhorias no gameplay e a adição de vários extras interessantes que aumentaram ainda mais o imenso fator replay do jogo. Apesar de não ter sido tão conhecido como Final Fantasy XII, o jogo é semelhante em muitos aspectos ao (controverso) título da Square-Enix e para muitos conseguiu supera-lo com louvor.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Zerei: Dragon Quest VIII (PS2)

Apesar de me considerar um grande fã de RPG's em videogames tinha uma grande lacuna em meu currículo gamer:  nunca tinha terminado um game da série Dragon Quest (também conhecida como Dragon Warrior, nos EUA).
Apesar de não ser tão famosa no ocidente quanto sua antiga rival-hoje-irmã, Final Fantasy, a franquia de RPG da até então apenas Enix foi a primeira série do gênero feita nas terras nipônicas e instituiu os padrões dos jogos seguintes como batalhas aleatórias por turnos e mundo aberto, padrões esses que se mantém ainda hoje e inspiraram a criação da série Final Fantasy, que por muitos anos foi a principal concorrente de Dragon Quest.
Como se não bastasse, a Enix teve a genial idéia de  convocar nada menos que Akira Toryama, criador da série Dragon Ball para fazer o design dos personagens, sendo o artista oficial da série até hoje.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Jogando: Penny Arcade Adventures: On the Rain-Slick Precipice of Darkness

 Você já deve ter ouvido algo sobre a webcomic Penny Arcade...não?Ok, dá pra entender. Apesar de extremamente popular nos EUA, as tirinhas sobre o mundo nerd-gamer são meio que desconhecidas por aqui. Bem, Penny Arcade foi uma das primeiras e até hoje mais bem-sucedidas webcomics (tiras em quadrinhos lançadas pela internet) já criadas. Surgiu em 1998 escrita por Jerry Holkins e ilustrado por Mike Krahulik  e virou sinônimo de quadrinho gamer nos EUA. A dupla lança  tiras geralmente estreladas por seus ater-egos John "Gabe" Gabriel e Tycho Brahe, respectivamente, sempre com temas relacionados a cultura nerd, tecnologia e games toda a semana. 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Jogando: Jak 3 (PS2)


Se você perguntar pra grande maioria dos donos do console Playstation 3 qual o jogo que tornou famosa a softhouse  Naught Dog  provavelmente a resposta que você terá é Uncharted, o famoso game de ação-aventura estrelado pelo intrépido e azarado Nathan Drake, mas na verdade a empresa fez muito sucesso nos consoles anteriores da Sony com duas franquias de um gênero mais tradicional e juvenil: plataforma. No PSX, a Naught Dog estreou com pé direito com a franquia Crash Bandicoot, principal candidato a mascote do primeiro console da Sony, teve uma penca de jogos lançados e vendeu bastante, pesar da moda dos mascotes já estar entrando em desuso na época.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Review - Resident Evil Code: Veronica X (PS2)

You found “The RE code: veronica X review”. Take it? Yes – No

Resident Evil Code: Veronica foi o ultimo game (da série principal, não contando o remake do original nem RE 0 para Game Cube) antes da revolução/choque causada por RE 4 e é considerado por muitos fãs como o melhor jogo da franquia.
O título foi lançado inicialmente para o saudoso e prematuro console Dreamcast da SEGA e rapidamente se tornou um dos maiores sucessos da plataforma. Anos depois recebeu um port para PS2 e Game Cube com algumas novidades como cenas em CG.

domingo, 24 de julho de 2011

Zerei! - Review Persona 3 (PS2)

Shin Megami Tensei é uma série de RPG's da Atlus que começou no Snes e virou cult no Japão por misturar coleção de monstros a lá Pokemon com mitologia judaico-cristã, ambientação contemporânea (e pós-apocaliptica)  e temas que podem assustar os menos desavisados. 
Já a franquia Persona surgiu no Playstation One como uma série paralela (Spin-off) que une a essência de SMT com os simuladores de relacionamentos, (Dating Sims), bastante apreciados em terras nipônicas. Persona 3 foi o primeiro game da série lançado para o PS2, trazendo uma história mais leve se comparada a série principal e com muito mais ênfase nos relacionamentos entre personagens.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Jogando...Final Fantasy XII

Oh sim! Depois de 6 anos, finalmente pude jogar de verdade Final Fantasy XII. (antes tarde do que nunca não?XD). Enquanto aguardo a chagada da minha edição de colecionador comprada no Mercado Livre, resolvi escrever um texto enorme e divagante, pra variar pouco(hehe) sobre este belo presente da Square-Enix no fim da vida do PS2.

Final Fantasy XII chegou em 2006 ao PS2 com a responsabilidade de resgatar o prestígio da série, abalado pelas dezenas de jogos e continuações de qualidade duvidosa lançados pela Square-Enix desde Final Fantasy X-2, além de ser o primeiro dos títulos principais a ser feito após saída do criador da série Hironobu Sakaguchi.
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